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terça-feira, 20 de julho de 2010

Os falsos e os verdadeiros amigos

Já que hoje é o dia do amigo, lá va algums pérolas catadas na internet:

Um Falso amigo manda e-mails que o fazem refletir e meditar.
Um verdadeiro amigo manda e-mails com minas peladas, hentais e bizarrices diversas.

O melhor mesmo é ser sincero

Um Falso amigo acredita que seus problemas são recentes
Um verdadeiro amigo diz "Pára de reclamar da mesma porcaria de sempre mané e resolve essa porra logo!"

Tudo tem solução:
Até mesmo os mais difíceis problemas.

Um Falso amigo nuca o viu chorar.
Um verdaeiro amigo está de saco cheio de te ver chorar e sabe que você é meio boiola mesmo.


Um Falso amigo não sabe o nome dos seus pais.
Um verdadeiro amigo tem sempre o telefone dos seus velhos para o caso de você ser preso.

Alô? Dona Neuza? É, o seu filho fez merda de novo.

Um Falso amigo odeia que você ligue para ele depois que ele se deitou, mas atende assim mesmo.
Um verdadeiro amigo te manda pra puta que o pariu e bate o telefone na sua cara.

Tomanocufidirapariga! Me acorodu no meio de um sonho de putaria!

Um Falso amigo age como um convidado na sua casa.
Um verdadeiro amigo abre ageladeira, reclama que não tem porra nenhuma, fecha a porta com o calcanhar, caga no seu banheiro e não dá descarga, se joga no sofá, peida e domina o controle remoto da TV.

Diga-me com quem andas e eu te direi quem és.

Um Falso amigo pensa que a amizade termina com uma discussão séria.
Um verdadeiro amigo enche a cara, acaba com a sua vida num dia, e no outro dia nem se lembra de nada do que aconteceu.

Pode ir lá Chicão, deixei teu carro no mesmo lugar que tu me entregou ele.

Um Falso amigo nunca o xinga.
Um verdadeiro amigo já o xingou de todos os palavrões possíveis e ainda inventou uns novos para os momentos de emergência.

(censurado)

Um Falso amigo foge das brigas e tenta resolver tudo no papo.
Um verdadeiro amigo já chega dando voadora, briga junto e ainda te dá uns sopapos quando você tenta separar.

TREEEEEEEETAAAAA...

Um Falso amigo nunca diz coisas que sabe que o chateiam.
Um verdadeiro amigo, se sabe de algo que o chateia repete no seu ouvido até você ficar de saco cheio e ameçar sair no braço.


Um Falso amigo diz "Olha que texto bacana sobre a amizade neste blog!"
Um verdadeiro amigo diz " Pára de ler essa merda e abre logo o Pornotube!"

Porque amigo mesmo nunca te mete em roubada.

Um falso amigo surge com uma grande atitude e se perde com um pequeno deslize.
Um verdadeiro amigo surge com uma pequena atitude e só se perde com um deslize monumental.

Homenagem final à grande criaçao de Péricles.

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Curtinhas - "Dialogue"

Arte do cartunista Ian Marsden - http://blog.marsdencartoons.com/

Un des directeurs a reçu une lettre dans une enveloppe carrée, en plastique et indiscernables. Quand il reçoit des mains de l'agent, le directeur demande:

- Qu'est que c'est?

- Je ne sais pais: le fonctionnaire a répondu.

Bien que l'employé se retire, le directeur a remercié avec un "merci". "De rien", a répondu à nouveau le fonctionnaire.

Lorsqu'il ouvre la porte, un autre employé demande:

- O que que era aquele envelope?

- Sei lá?

quinta-feira, 1 de abril de 2010

O dia de hoje

Arte: Fernando Gonsales

E já que tocamos no assunto de dominação aproveitarei para homenagear Armando Nogueira com um documentário que todo mundo já deve ter visto ou ouvido falar e no qual ele participa ao final.


segunda-feira, 29 de março de 2010

Aqua Teen - O Esquadrão Força Total - 1ª Temporada


O [adult swim] (sic), apesar de ter sido um bloco do Cartoon Network, pode ser considerado (pelo menos para mim) como um projeto inovador.

Para quem não conhece a proposta era ter um horário reservado para desenhos voltados para o público adulto, mas sem utilizar de apelação, sexo ou violência, apenas de humor gaiato, politicamente incorreto (sem preocupações) e zoação com clichês e fórmulas prontas do humor de desenho animado, digamos, convencional.

Dentre os desenhos que fazem (ou faziam, pois nunca há uma regularidade em sua exibição) parte do bloco o destaque fica por conta do Aqua Teen Hunger Force, que por aqui ficou como Esquadrão Força Total, desenho que não tem preocupação nenhuma em fazer sentido, apenas em fazer rir com seus personagens - Mestre Shake, Batatão e Almôndega. Em todos os países por onde o Adult Swim passou o desenho se mostrou o principal destaque.

Aqui estarão disponíveis os episódios da primeira temporada, embreve colocarei os da sequência.

1 - O Coelhobô


2 - A Fuga de Duendópolis


3 - O Ônibus dos Mortos-vivos


4 - O Ataque dos Luanitos


5 - Balãonenstein


6 - Conflito Espacial Além de Plutão


7 - Pinguinho


8 - A Vingança dos Luanitos


9 - MC Mijado


10 - Circo


11 - Dias Debilóides


12 - Ame a Múmia


13 - Bonecos Idiotas


14 - Interfecção


15 - Maus Replicantes


16 - PDA


17 - Noiva Pelo Correio


18 - Fantasma Cibernético do Natal Passado

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Contegem regressiva para o carnaval

Ai meu saco, tudo que eu não quero é ficar vendo desfile na TV.

É incrível. Para quase todos os amigos que indago como vão passar o carnaval, 99,99999...% dizem que vão viajar, se pirulitar de Brasília. Metade é certa de que vai pra Recife me passar inveja, o resto se divide - vai para outros destinosprocurados ou viajam aqui pra perto mesmo (Caldas, Pirenópolis, Chapada, etc.). Já os que vão ficar dá para contar nos dedos.

Por questão de contenção de despesas acabou que este ano vou ficar por aqui mesmo. E é certo que de tanto o Romildo ficar botando pilha vou acabar indo no Galinho de Brasília pelo menos em um dos dias em que ele sai (Sábado e Segunda). O resto ainda é uma incógnita.

Que o carnaval de Brasília não existe todo mundo já sabe, mas é difícil aceitar que na maioria dos lugares badalados e que são a "cara" do carnaval o negócio ou se desvirtua ou perde a graça. Pior ainda é o fato de que tais carnavais são a referência para o resto do país.

Os dois exemplos do que é carnaval para o brasileiro médio: Desfile de escola de samba no Rio e trio elétrico em Salvador. É tanto isso que em todos os outros grandes centros do país o que se tem de carnaval se limita a isso. E ainda dizem que este é o pais do carnaval, tá bom.

Primeiro que o desfile na Sapucaí perdeu completamente o sentido, virou mais um espaço para pseudocelebridades aparecerem e rebolarem mais do que qualquer outra coisa. E em Salvador o axé há tempos não tem mais o fôlego que tinha há alguns anos atrás, solicitando gritantemente de uma renovação.

A louvável exceção fica por conta do Recife, que tem seu carnaval popular e multicural intacto e cheio de gás (só precisa renovar seu estoque de músicas - há quantos anos só se houve vassourinhas, fogão e etc.?) e o carnaval cada vez mais famoso das repúblicas universitárias de Ouro Preto.

E Brasília? Cemitério do carnaval e que, como disse no primeiro parágrafo, vai ficar às moscas? Pra quem sobrou tem as opções do Galinho de Brasília, dos trios-elétricos-querendo-arremedar-Salvador e uma foliazinha aqui e acolá. Vai acabar virando tradição o carnaval daqui ser com duas semanas de antecedência - pra dar tempo do povo dar no pé e curtir o carnaval noutro lugar.

E de propósito deixei pra falar por último do do eterno Pacotão, que diferente dos outros anos vai ter muito o que tematizar graças ao José "panetone" Arruda e nossa mui amada Câmara Distrital. Quem sobrar, verá.

***

Atualização: Agora sim que o Pacotão vai bombar, com a prisão do Arruda o ano aqui em Brasília, que só começa depois da quarta-feira de cinzas, vai pegar fogo.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Como ser feliz

1º - Combine de se reunir com os amigos:


2º - Num lugar onde a animação esteja correndo solta;


3º - E que esteja bem abastecido com um isopor cheio de cerva gelada;


4º - E se a cerva acabar, conte com o apoio de mais amigos pra jogar latinhas da janela;


5º - Providencie música de responsa;


6º - Esqueça as diferenças;


7º - Mesmo quando os outros não esquecem;


8º - Pois nós que acompanhamos o Suvaco da Asa jamais esqueceremos deste dia.


Este post é uma agradecimento meu aos amigos que me acompanharam na folia e à diretoria que tornou tudo isso possível, mesmo passando por cima de todas as dificuldades.

Muito obrigado a todos pelo sábado inesquecível e até a suvaqueira do ano que vem.

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Sobre Tokusatsu - Parte 1

Para combater tantos monstros malignos só mesmo um exercito de sentais. Ao fundo a famosa pedreira da Toei.

Essas duas semanas que passei de férias foram dias de absoluta falta do que fazer. Mas para uma coisa este período foi útil além de servir de descanso merecido, serviu para eu matar a saudade dos heróis que alimentaram a minha infância salvando a terra (leia-se Tóquio) nos fins de tarde na finada Rede Manchete.

A palavra tokusatsu é uma abreviação do termo em japonês para "efeitos especiais". No Brasil o termo serve para designar as séries live-action em que um herói (ou mais de um) tem de lutar contra forças alienígenas que querem conquistar a terra. Mas mesmo dentro desta concepção há subdivisões como:
  • Metal Hero: É o herói solitário que possui uma armadura metálica e que precisa defender a terra de inimigos que querem dominar o mundo. Ex.: Jaspion, Sharivan, Spielvan, Metalder, Jiraiya e Jiban;
  • Super Sentai: Aqui um grupo de guerreiros (sentai singifica "esquadrão"), geralmente cinco - um de cada cor, Ganham armaduras colantes e unem seus poderes para combater quase sempre algum tipo de horda extraterreste. Ex.: Google Five, Changeman, Flashman, Maskman e todos os seriados que deram origem às infinitas continuações de Power Rangers;
  • Kamen Rider: Um herói que se transforma num guerreiro com roupa de gafanhoto. Se no Brasil isto é sinônimo de Black Kamen Rider, no Japão é uma variante que já tem mais de quarenta anos de sucesso;
  • Ultramen: A série Ultra é a pioneira dos tokusatsus e foi uma das primeiras a ser exibida aqui no Brasil. Ex.: Ultraman e Ultraseven. Spectreman faz parte de outro tipo - o Kyodai Hero (herói gigante);
  • Henshin Hero: Apesar do nome permitir abranger qualquer tokusatsu (Henshin significa "transformação"), o termo é aquele famoso diversos, ou seja, aqui entra os seriados que não se encaixam em nenhuma das outras franquias. Ex.: Nacional Kid, Lion Man, Cybercops, Bicrossers e Patrine.
Mas estou falando e explicando isso tudo porque quero falar daqueles que foram meus heróis favoritos. Os mesmos passaram na mesma época, no mesmo canal e, depois deles, nenhuma outra série japonesa live-action conseguiu me cativar da mesma maneira. Vou citá-los na ordem em que eram exibidos:

O Fantástico Jaspion (1985): O herói que promoveu o apogeu do tokusatsu no Brasil era órfão e foi criado pelo eremita Edin para se tornar o guerreiro que ia livrar o universo da ameaça do poderoso Satan Goss, um monstrengo gigante que usava uma armadura que claramente imitava a de Darth Vader. Foram épicas as batalhas contra MacGaren, o filho do grandalhão, e com a bruxa Kilza (Berebekan Katabanda... Kikerá!). E falar de Jaspion é falar obrigatoriamente do maior de todos os tempos, o Gigante Guerreiro Daileon. Com lutas e golpes sem muitas firulas, dava porrada nos monstros incontroláveis enfurecidos pelo Satan Goss deixando qualquer telecatch no chinelo.

Mais (bem mais) sobre Jaspion.


Esquadrão Relâmpago Changeman (1985): Veio ao Brasil na cola de Jaspion para defender Tóq... ops, o mundo das ivestidas do Império Gôzma comandadas pelo Senhor Bazoo. Tinha uma trama sem grandes sobressaltos mas valia pelo ineditismo de usar seres mitológicos (isso um ano antes de Cavaleiros do Zodíaco) em vez de se chamarem apenas pela cor com em outros sentais. O confronto final entre Change Dragon e Buba é histórico apesar de curto, e quem não lembra também da Shima - uma mulher que falava com voz de homem (bem grossa por sinal) - e do grande Gyodai, o bicho de aumentar monstros mais maneiro de todos, com seu olho na boca e seu jeito tosco.

Mais (bem mais) sobre Changeman.


Comando Estelar Flashman (1986): "Um dia cinco crianças foram raptadas da terra e levadas para os confins do universo, e após vinte anos..." pudemos ser brindados com uma história cheia de dramas pessoais e reviravoltas, mesmo que a série tenha mantido os mesmos clichês dos Changeman. Com heróis bem mais solitários e passando por mais perrengues, pudemos finalmente ver nossa "síndrome de Coyote" ser saciada ao ver o Flash King sendo destroçado pelo monstro, e ficou ainda melhor quando o substituto Titan Jr. apareceu com um jeito de lutar todo desengonçado. Independente disso, tanto o Império Mess como seu líder - o Monarca La Deus - tiveram um fim bem mais humilhante do que os invasores anteriores, deixando um clima meio frustrante no final. Mas o que importa é que os Flashman conseguiram se safar no final apesar de nenhum deles terem conseguido reencontrar os pais (a Sara não conta porque eles não se encontraram depois da descoberta).

Mais (bem mais) sobre Flashman.

Policial de Aço Jiban (1989): Foi o único seriado japonês exibido no Brasil ao mesmo tempo em que era exibido no Japão. Este seriado não é uma cópia descarado do Robocop a toa: a idéia inicial era a de um policial ninja mas foi tudo mudado às pressas para aproveitar o sucesso do original ianque. Seja como for, se realmente o seriado foi feito na correria como dizem (muitos do BGMs são os mesmos do Jaspion e de outras séries), o resultado ficou muito bom, pois os elementos existentes em Jiban fogem dos de outros tokusatsus. É até emocionante a relação do policial Naoto com a pequena Ayumi, além de todo o lado da investigação policialk assim como o desenlace da história. Esse não tinha como não marcar. Dos cinco daqui, é o único que não conta com um robô gigante.

Mais (bem mais) sobre Jiban.

Jiraiya, o Incrível Ninja (1988): Veio na cola de Jiban apesar de ser seu antecessor. Difere dos outros por não ser dotado de superpoderes, contando apenas com sua habilidade e com o treinamento ninja recém-adquirido para lutar contra a família dos feiticeiros liderada por Dokusai e contra o império dos ninjas (que em nenhum momento do seriado se revela onde fica). Com o sucessor de Togakuri, a febre ninja se espalhou de vez entre as crianças e todo mundo saiu por aí simulando golpes contra os amiguinhos e/ou contra inimigos imaginários. E no fim, depois de não perdoar e derrotar tanto ninja - e não monstros como em outras séries - No fim Jiraiya ganha seu robô gigante, encontra Pako, o tesouro do século, dentro do grandalhão(!) e todos ficam felizes para sempre, pelo menos os ninjas bonzinhos ficam.

Mais (bem mais) sobre Jiraiya.

Na próxima parte falarei de outros seriados que também cheguei a pegar, mesmo sem o mesmo afinco destes cinco.

domingo, 10 de janeiro de 2010

De como o Patrão criou a identidade do SBT (e/ou da TVS)


Tinha tempo que ele não dava as caras aqui no blog mas finalmente ele está de volta.

Para algumas pessoas revelei que virei o ano assistindo vídeos retrôs e coisas do gênero, aí comentei com Seu Ronca sobre os achados que estavam disponíveis no Youtube, e que não fazem muito sentido para quem tem menos de 20 anos.

Um deles está no vídeo abaixo: Uma vinheta institucional da TVS - a emissora de Sílvio Santos que originou o SBT - de meados pro fim da década de 80 e que, particularmente, marcou a infância deste que vos escreve (sim, eu não assistia a Xuxa, não gostava dela nem quando pequeno) e de muitas outras pessoas (vide os comentários no Youtube).



Sílvio Santos sempre se inspirou em emissoras americanas para estruturar a sua própria e isso não é segredo de ninguém, tanto que por muito tempo a base da programação da TVS (e depois a do SBT) era calcada em inúmeros enlatados americanos.

Porém o advento do Youtube permitiu a nós brasileiros que descobríssemos que a influência era bem mais forte, pode-se dizer que era imitação pura, beirando a bajulação, e viu-se também que muitas das músicas, vinhetas, aberturas de programas e imagens institucionais da emissora do Baú são cópias descaradas de criações estadunidenses. Taí esta vinheta abaixo, só pra servir de exemplo, que não me deixa mentir.



Vejam e tirem suas proprias conclusões, e assistam os vídeos relacionados para descobrir mais pérolas da TVS.

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Licença


O blog está em um recesso temporário enquanto o autor estiver participando da Serenata de Natal.

Estaremos de volta assim que minha rotina (e minhas noites de sono) voltarem à normalidade.

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Termômetros Malucos (II)

Lembram de um post que mostrava a medição sem noção da temperatura por meio dos relógios que ficam nas vias de Brasília?

Pois é, que tal esta agora?


Agora só falta pegar a medição abaixo de zero para completar a série.

Detalhe interessante na foto: Prestem atenção, o céu está nublado.

domingo, 18 de outubro de 2009

Pa, pa, pa, paapeeel...

Não, nenhum desses caras é o Morrissey.

Antes de falar do vencedor da enquete surgiu outro assunto, o que indica que esta será a semana de falar de velharias (ou quem sabe o mês).

Domingo à noite, horário de verão recém iniciado, aquela preguiça anunciando a aproximação da labuta diária, etc. etc. Do nada uma música começa a martelar na minha cabeça sem maiores explicações. Build.

Não tá ligando o nome à pessoa? Por conta disso é que pedi a assesoria do nosso assessor (a redundância é de propósito) para velharias em geral, o Seu Ronca, para obter tanto o vídeo como maiores informações sobre a turminha de nerds que aparece no vídeo aí de baixo: The Housemartins.



Por várias vezes que escutei a música dessa banda metida a The Smiths fiquei pensando que depois iria ao computador para esclarecer o que significa "Pa, pa, pa, paapeeel..." - sim, esta música tem o apelido infame de "melô do papel". O caso é que acabou que nunca fiz isso, já que esquecia de ver isso assim que a música acabava.

Mas desta vez estava em casa e no computador, então não havia nada que me impedisse de finalmente decifrar tamanho enigma, enigma este que só poderia ser resolvido recorrendo à letra da música, método que se mostrou pouco esclarecedor.

Então, já recorrendo a Seu Ronca, que me indicou o caminho das pedras, cheguei a um resultado meio que... digamos... decepcionante.

Imagem meramente ilustrativa.

Nota mental: pegar o dicionário de inglês amanhã e ver qual a pronuncia exata da palavra build.

Quem quiser esclarecer mais curiosidades milenares sobre esta banda e esta música clique aqui.

terça-feira, 15 de setembro de 2009

A "velha" novela das oito


Ontem estreou na TV Globo uma nova novela no dito horário das oito horas. A novela se chama História de Am... digo, Viver a Vida. Para início de conversa devemos nos atentar para o fato de que a novela das oito deixou de começar às oito há muitos anos - hoje chega a começar até às 21:10 - então o mais correto seria fazer como alguns sites especializados fazem que é chamar o programa de novela do horário nobre, o que é verdade dado o fato de que é a novela que tem o maior destaque na programação e a maior repercussão na mídia.

Pra variar, Por Am... digo, Viver a Vida já em suas chamadas passa uma sensação de déjà vu. primeiro que iniciar com um tema de bossa nova já dá pra imaginar mais uma novela que se passa no Rio de Janeiro, mas vamos falar sobre isso daqui a pouco. Já na abertura deu pra perceber que a Globo plagiou uma propaganda do Banco Santander e logo logo este fato será registrado pelo Kibe Loco na seção Oito Pecados (que por sinal ganhou este nome por causa de outra novela - Sete Pecados - que plagiou um comercial da Ikea).

Pra variar, a protagonista de Laços de Fam... digo, Viver a Vida, se chama Helena, logo deduz-se que a novela foi escrita por Manoel Carlos - por isso o tema em bossa nova. Para não se cometer uma injustiça neste quesito pelo menos a personagem principal é vivida por uma atriz negra (Taís Araújo). É a primeira vez que isto ocorre numa novela do horário nobre da Globo e a segunda vez em todas as novelas da emissora (a primeira também foi com Taís Araújo em Da Cor do Pecado).

Pra variar, Mulheres Apaix... digo, Viver a Vida, é ambientada no Rio de Janeiro, Mas se incrivelmente, em se tratando de Manoel Carlos, a novela não se passa no Leblon, o núcleo de dramaturgia também não foi pra muito longe: foi bem ali para Búzios, à leste da capital fluminense, então é relativamente perto para os personagens irem passear na pracinha cheia de babás e velhinhos e depois disso ir à padaria fazer merchan junto com os outros personagens e relatar seus dramas surreais para todo o Brasil.

Já foi falado aqui no blog em um texto escrito por Sidney Nicéas sobre esta questão de que 99,99...% das novelas da Globo se passam em apenas três cidades: São Paulo (a metrópole industrial), Rio de Janeiro (a cidade maravilhosa) ou em alguma cidade fictícia que fica.. no Rio de Janeiro, contando nos dedos as novelas que fugiram deste script. Quando é que teremos uma novela que se passe em qualquer outro lugar do Brasil? Em pleno Século XXI não dá nem pra culpar problemas de logística para tal, é só ver que lá no longínquo ano de 1990 a Manchete rodou Pantanal toda no Mato Grosso do Sul, então qual seria a dificuldade para a Globo que é a toda poderosa rodar noutro lugar qualquer? Será porque os atores globais não querem ficar longe da badalação?

E agora, a cereja no bolo da falta de criatividade reinante na TV aberta brasileira. No ano de 1984 foi exibida pela extinta TV Manchete uma minissérie que durou mais ou menos um mês e meio. O nome? Felicid... digo, Viver a Vida. O autor? Manoel Carlos. Pois é, né?

Esta crise de criatividade já vem de longa data e o Ibope já vem sentindo esta queda sensível na audiência, principalmente nos outros horários de novelas da Globo e, ao que parece, a novela do horário nobre só não sente essa queda ainda por causa do espaço que dão à mesma (numa espécie de repercussão forçada) em outros programas como Faustão e Fantástico, assim como em revistas de fofoca que pululam nas bancas e enfeitam desde salões de beleza a consultórios médicos.

Nas cenas dos próximos capítulos veremos como serão os desdobramentos da história, mas tudo indica para o mais do mesmo, com muita praia e bossa nova. Ao final de Páginas da V... digo, Viver a Vida retornaremos a este texto para avaliarmos quantos clichês esta novela terá, quanto a Helena da vez vai sofrer, se ela vai ser feliz com seu amado - seja lá ele quem for no final e se Sol de V... digo, Viver a Vida vai superar Caminho das Índias no quesito copiar outras novelas. E olha que a novela dos dalits fez de tudo para ser um clone de... O Clone.

Maiores informações sobre todas estas novelas no site Teledramaturgia.

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Reflexões sobre Mulheres, TPM, etc.



Comentários? Alguém?

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Visões de Brasília (V)

Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil

Inferno na torre? Um megapum atômico? Invasão alienígena? Vossas excelências pensando como podem ser honestos?

A explicação real é esta, mas eu tenho outra teoria:



É a marca negra dos Comensais da Morte.

Eu bem que desconfiava.

domingo, 2 de agosto de 2009

Lixeira


Espaço reservado para babaquices e asneiras em geral.

Se você é babaca, arrogante, preconceituoso, é impossibilitado de desenvolver uma conversa civilizada, tem a mãe na zona, só fala idiotice e é torcedor do Sport (não necessariamente nesta mesma ordem) sinta-se a vontade para comentar aqui.

***

Atualização: Os comentários não são mais moderados.

Atualização 2: Além de tudo estes imbecis demonstram ser porcos e mal-educados: eu coloco a lixeira aqui e eles ficam jogando o lixo fora dela.

sexta-feira, 12 de junho de 2009

Seu Ronca para os apaixonados

Como estou de malas prontas nesta sexta não tive muito tempo para escrever, por isso pedi a assessoria de Seu Ronca para colocar alguma coisa em ocasião do Dia dos Namorados.

Aí ele me desenterra isso:


Sem comentários.

terça-feira, 9 de junho de 2009

Curtinhas - Sinceridade na lata.


Num certo shopping de Brasília um restaurante chinês faz uma promoção: Um prato de yakissoba mais um refrigerante em lata custa R$ 9,90.

Um senhor aguarda pacientemente seu pedido em uma das mesas da praça da alimentação até que o prato chega, acompanhado de uma Schin Cola.

Ao mirar a lata o senhor indagou à garçonete?

Sr.: - Uai, eu pensei que ia vir Coca-Cola!

Garçonete: - Não senhor, na promoção o refrigerante é só Schin.

Sr.: (pensativo)

Garçonete: - Ó, quer um conselho? Troca por guaraná, é o menos ruim que tem.

Deixo a cargo de vocês imaginar o que o homem pensou.

segunda-feira, 27 de abril de 2009

Curtinhas - O livro perigoso

Fiodor Dostoiévski

Tenho adquirido uma compulsão por comprar livros que tem crescido em progressão geométrica, semana passada mesmo comprei mais um.

Neste fim de semana estou eu descansando em casa quando minha mãe vem falar comigo. Segue o diálogo:

Mãe: - Júnior, você já andou comprando livro né?

Eu: - Sim, por que?

Mãe: - Tem um ali que eu não gostei.

Eu: - Ué? por que?

Mãe: - O nome, tem cara de ser mutio violento, e ainda fala de crime.

Eu (segurando o riso): - Mas o que é que tem a ver?

Mãe: - A história é sobre violência não é? Que tipo de crime que tem? Não quero você lendo esse tipo de livro não.

Em tempo: o livro em questão é este aqui.

E os créditos da foto estão aqui.

segunda-feira, 13 de abril de 2009

Quatro casas na Vieira Souto - Parte 2

O cartão preferido do Daniel Dantas.

Como prova da minha máxima de que tudo que o dinheiro toca vira merda, no primeiro texto dessa série falei como a sanha mercadológica das empresas de brinquedos, já abalada pela concorrência com a indústria eletrônica, conseguiu piorar um panorama que já não estava indo bem: a venda de jogos de tabuleiro.

É só vermos o exemplo mais clássico de todos que é o futebol, que possui regras simples e que foram puquíssimas vezes inalteradas ao longo dos anos e é o esporte mais popular do planeta, enquanto outras modalidades se perdem em mudanças e mais mudanças que confundem os fãs. Até a máxima que retrata isso parece retirada do futebol - em time que está ganhando não se mexe.

Ignoraram completamente isso e o Banco Imobiliário, bem como outros jogos tradicionais, se perdeu em mudanças de regras e versões cada vez mais esdrúxulas.

Pra começar a Estrela que perdeu os direitos do Monopoly ainda fabrica o BI, mas teve que fazer uma leve modificada nas regras e no visual do jogo. Levando em consideração apenas as versões Standard, as principais mudanças ocorreram nos nomes das ruas, que promoveu o que seria um absurdo para a Globo: passar a abranger cidades de todo o Brasil e não só do Rio e de São Paulo como era antes, ou seja, agora é possível comprar casas na Av. Navegantes (Florianópolis), na Av. Recife (Recife) ou até mesmo na Praça dos Três Poderes(!) (Brasília). Além disso as casas agora podem ser empilhadas umas nas outras para formar um edifício e foi promovida uma inflação para Sarney nenhum botar defeito: as notas agora são de 1.000, 5.000, 10.000 e respectivamente até 500.000. A Justificativa dada pela Estrela é a de fazer com que o BI esteja mais próximo da realidade.

Mas se o negócio é se aproximar da realidade, o nome Banco Imobiliário está bem longe dele. Isso se fosse levada em conta a proposta original do Monopoly que, como o nome diz, é construir monopólios e não estritamente loteamentos. Além disos há outras diferenças sutis que podem soar estranho para o brasileiro, como os peões com formatos diferentes uns dos outros (e que parecem totalmente sem noção) e dois tipos de cartas de eventos contra apenas um tipo do BI - o tradicional sorte-revés.

Olhando por este lado a intenção da Hasbro em trazer o original americano para o Brasil pode parecer louvável do ponto de vista lógico. Mas o BI é fabbricado pela Estrela desde a década de 40, então como acostumar um povo a jogar um jogo com regras diferentes? É como pegar jogadores de tênis e colocá-los para jogar badmington.

Alterações à parte, a máxima do primeiro parágrafo se confirma quando vemos a proliferação de versões do Monopoly (Ou do BI, que ninguém é santo), criando o que podemos chamar de Monoxploitation. Neste contexto podemos dividir as versões entre variantes úteis e mero oportunismo. A onda começou quando o jogo ainda estava sob monopólio (com trocadilho, por favor) da Estrela e se iniciou com versões da Disney, Disney-Pixar e Bob Esponja, como foi mostrado no texto anterior. Com a entrada do jogo da Hasbro essas versões passaram para a tutela da empresa americana, que criou novas versões com a dos Simpsons, ou seja, focando em personagens ianques.

Já a Estrela que foi a introdutora da prática no Brasil - havia iniciado criando uma versão "de luxo" para o BI - teve que se adaptar ao resgate dos direitos do jogo feito pela Hasbro, e criou uma versão da brasileiríssima Turma da Mônica, com o mesmo estilo seguido pela concorrente: em vez das tradicionais ruas, locais que remetem às historinhas como Casa da Mônica, Tumba do Penadinho, Caverna do Piteco e por aí vai, sem falar que as cartas de sorte-revés viraram cartas sulplesa.

Agora se no Brasil esta ainda é uma prática incipiente, la nos Estados unidos já passou do limite do abuso. Há versões do Banco (ops. Monopoly) pra tudo quanto é tipo de Série ou coisa famosa (como Star Trek, Star Wars, Seinfeld, Beatles, Nintendo, Senhor dos Anéis, etc.) ou público (tem versão pra fãs de fotografias e animais como gatos, cachorros e até cavalos). Alguns são versões oficiais, outras são criações de fãs do jogo.

Versão do Monopoly para amantes de Gato

Mas nem tudo é inútil, entre versões bizarras há quem bole inovações interessantes. A que chama mais atenção por aí é curiosamente uma negação a tudo que o Monopoly representa. É o Anti-Monopoly, considerado o BI para comunistas. Obviamente diferente do original, o jogo é dividido entre dois tipos de jogadores: “Competitors” (competidores) e “Monopolists” (monopolistas), os primeiros basicamente cobram preços razoáveis no aluguel enquanto os outros cobram preços exorbitantes entre outras práticas, tendo cada lado as mesmas chances de vitória. A Parker Brothers obviamente exigiu o fim da comercialização do jogo, num processo que se arrastou por 10 anos e resultou em 40.000 unidades do jogo enterradas num lixão. Porém duas cortes já deram ganho de causa favorável ao Anti-Monopoly, o que o mantém disponível para venda.

Anti-Monopoly: Salve o seu filho de virar um capitalista selvagem.

Há também inovações "oficiais". A principal delas feita pela Hasbro consiste em uma versão que abole o dinheiro substituindo-o pelo cartão de crédito, que faz tudo que as cédulas faziam no jogo com relação a pagamentos mas com direito até a leitora de cartão inclusa. Também existe uma versão em 3-D criada por outra fábrica, a Reveal, mas o 3-D em questão é uma espécie de tabuleiro 3X1 que possui três níveis de dificuldade, um dentro do outro no tabuleiro.

Monopoly sem dinheiro, só aceita cartão.

Na Terra de Pindorama, o BI ainda não inovou tanto, a Estrela limitou-se a criar versões do jogo com alterações no nome das ruas. Em uma versão por exemplo, as casas são monumentos como o Cristo Redentor, o Memorial às Bandeiras, o Laçador e as Cataratas do Iguaçu, tornando real a possibilidade que tudo quanto é golpista já deu vendendo por exemplo a Ponte Rio-Niterói. Mas há uma versão que está para ser lançada que quer levar o jogo pro lado do políticamente correto: o BI sustentável, que deve estar nas lojas em breve.

Até a caixa é verde, como não poderia deixar de ser.

Já o tradicional Banco Imobiliário Júnior mantém a mesma concepção na Estrela (uma versão com menos ruas). Já a Hasbro cometeu um Monopoly Júnior em que as ruas dão lugar a atrações de um parque de diversões(!), um convite á petizada a ir para o computador jogar Roller Coaster Tycoon.

Sem comentários.

Enfim, as inovações são muito bem vindas e espero que elas estejam disponíveis o mais breve possível no Brasil. Já as versões... essas deveriam ter sido enterradas no lugar do Anti-Monopoly, se bem que a versão da Turma da Mônica até que ficou engraçadinha.

Fonte das informações e imagens: Blog de Brinquedo.

sábado, 28 de março de 2009

Mudança cansa

Esta imagem foi utilizada em tantos sites que nem sei mais a quem atribuir os créditos.

Hoje minha cabeça não está afiada para escrever então resolvi aproveitar o vácuo de ficar este tempo todo sem novos posts para...

...bom primeiro para re-agradecer (já havia agradecido nos comentários do blog dela) a Sil pela divulgação do meu último texto. É, esse mesmo que tá aí embaixo deste aqui. Se não leu (ainda) vale a pena ler...

(interrupção)

...agora sim, aproveitar para explicar minha ausência não só neste blog como em várias outras coisas virtuais e até mesmo reais. Esta semana que passou estive de mudança.

Não, não é de casa onde todos sabem moro na mesma praticamente desde a era Cenozóica* mas do trabalho.

Não também não estou trocando de emprego, é o emprego que está se mudando, mais precisamente saindo da L2 Norte para o Setor Bancário Norte. Nós, os chamados "oreia" acabamos por de certa forma nos transformar em burros de carga, seja encaixotando quase tudo na sala antiga como desencaixotando quase tudo na sala nova, o que acabou com todo mundo e deixando um rastro de exaustão para os próximos dias que não se dissipou até agora (minhas costas que o diga).

A mudança para o local em si não foi ruim, pelo contrário, a sala nova é muito melhor do que a antiga e o local é é bem servido de serviços (a expressão é de propósito), o porém é que tinhamos estacionamento fechado e agora teremos que nos aventurar para estacionar na rua, e logo onde?

Bom, tema para escrever não tem me faltado graças a Deus, mas vou esperar esse furdunço todo acabar para poder pensar com calma, além disso, pelo menos uns 3/4 da minha vida virtual se passam no trabalho.

*e para aqueles que são mais entendidos em geologia o "cenozóica" também foi de propósito, eu sei que o cenozóico é a era atual.