segunda-feira, 14 de junho de 2010

Contraponto

Kleiton, Clébio e Kledir.

Vários fatos, recentes ou não, se entrelaçaram neste 9 de junho último, uma quarta-feira. E tudo por conta de um show, o da dupla Kleiton & Kledir. É o terceiro show deles que prestigio mas prestigiaria mais uns 10 iguais se me for permitido. E parece que se formou um ritual para assistir estes dois toda vez que se apresentam por estas plagas.

Mas antes de falar qualquer coisa, um momento de flashback.

Ano passado havia escrito um texto afirmando como me sentia desconfortável ao encontrar celebridades em geral por aí. Tudo que eu não queria era chegar um milímetro que fosse perto de parecer com aquelas tietes descontroladas que acabam virando um inconveniente. Graças a Deus (ou não) já tive contato com poucas pessoas famosas, e as que conheci, aí sim posso dar graças a Deus, se tornaram uma experiência positiva.

Aí em conversa com a Sil dois dias depois do show ela me falou das histórias que ela já viveu com o Kleiton - dando ênfase a última - e de como ela tinha vontade de escrever sobre elas mas sentia receio de as pessoas acharem que ela estivesse querendo se exibir. Talvez seja um pouco do que eu também sinto em situações como esta. Aí sugeri que ela fosse soltando as histórias aos pouquinhos, à medida em que as ocasiões surgissem como é o caso agora, ou então usar o blog do fã-clube para registrar as histórias e para que elas ficassem para aqueles que se interessariam pelas mesmas - os fãs da dupla como ela.

O engraçado é que desta vez eu não estou passando o mesmo perrengue pela qual ela passou antes de escrever sobre o chullo. Diferente do ano passado em que me senti sem graça tanto na presença do Thedy Corrêa quanto para escrever sobre isto, desta vez escrevo estas palavras da mesma maneira como me senti quando entrei pela primeira vez no camarim para tirar fotos das meninas depois do show da quarta: tranquilo, tranquilo. isso mesmo depois de a minha camisa do Brasil de Pelotas ter causado supresa ao Kledir (só não ficou claro se boa ou ruim, hehehe).

Como falei, este foi o terceiro show que assisti, talvez por isto me senti muito mais à vontade quando entrei no camarim para falar com os "guris", e quando você entra com pessoas que já são chegadas dos dois fica mais fácil ainda.

Mas o show só foi o que foi, claro que também pelo desempenho dos dois no palco, mas ele se tornou mais especial por conta das companhias que tive durante à noite, tanto da Vera e da Camila (que me apresentaram o excelente e monstruoso Xis Gaúcho - não clique neste link se você estiver morrendo de fome como eu fiquei agora só de lembrar) como da Sil, do Humberto e da Fabiana. No fim uma foto elogiada por todos que a viram (não sei porque, não achei que ela tivesse nada de mais) e a expectativa da Expotchê do ano que vem. Quem será que virá? Tomara que não seja o Humberto Gessinger de novo, fontes seguras me contaram que ele é uma pessoa muito antipática, e de gente assim quero distância.

Bom, seja lá quem for espero que não me cortem nenhuma música das que eu gosto no repertório.

Que injustiça! Cortaram logo "Nem pensar".

Humberto, Silvana e Kleiton.

Essa é para ficar pra sempre.

Vera, Camila e eu.

Apresento a vocês o Xis Gaúcho.

Fã Clube Corpo e Alma.

video

3 comentários:

  1. Clébio, que legal você escrever sobre eles aqui. Kleiton e Kledir são duas pessoas que adoro: além de serem excelentes músicos, eles são super simples, acessíveis e bem humorados. Já perdi o número de vezes que os dois me mataram de tanto rir. Que bom se todas as celebridades fossem assim feito eles, né.

    Tenho uma gratidão imensa pelo Kleiton Ramil pois por influência direta dele comecei, há três anos, a aprender violino, uma atividade que tem se revelado como uma das coisas que mais gosto de fazer na vida. Volta e meia comento com ele sobre minhas aulas e meu aprendizado e faço questão de frisar que ele "é o culpado" de isso acontecer. Não tenho palavras para agradecer o fato de ele estar me acompanhando nesse processo e ter se tornado meu padrinho.

    Semana passada, tive o prazer de apresentar o Kalley Seraine, meu professor de violino, a ele. Os dois se deram super bem, começaram a ter uma conversa sem fim sobre vários assuntos técnicos. A coisa tava tão boa que o pessoal começou a desligar as luzes da Expotchê, os seguranças querendo fechar os camarins e os dois lá, plantadinhos, conversando sem parar...

    Simplicidade e vontade de compartilhar: dois dos segredos do grande carisma desses guris!

    Bj,

    Sil
    esquinadasil.blogspot.com

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  2. Oi Clébio, sou amiga da Sil, ela deu a dica do teu post falando dos guris. Passei cerca de seis horas direto ao lado deles e tudo que vc, a Sil e todos que os cercam falam é pura verdade. A gente atrai o que refletimos e é isso que tem acontecido. Por intermédio deles, indiretamente conheci pessoas queridas, interessantes, simples, engraçadas e até o meu namorado hehehe. Sendo amigo da Sil também não duvido que seja assim. O Kleiton é um professor nato, além de estar formando uma grande violinista (Sil), está fazendo renascer uma cantora em completo desânimo, Kledir tem sua parcela de culpa nisso também hehehe. Prazer em conhecer mais um fã sensato.
    Beijos,
    Aline Mariano

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  3. Eles são tri legais, o Kleiton e o Kledir.
    Fazem parte de uma seleta turma: pessoas boas, simples e com grande talento.

    Alguns tem talento e são estúpidos; outros não tem talento e são duplamento estúpidos e o resto é composto por ex bbb's.

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